O jornalista Kiko Nogueira, editor do DCM, avalia que o caso de Michel Temer não vem sendo tratado com transparência pelo Sírio-Libanês; se a evolução é “boa”, se é tudo rotineiro, o que significam exatamente os retornos hospitalares que se estendem há três meses?, questiona.
DCM: FALTA TRANSPARÊNCIA SOBRE A SAÚDE DE TEMER

O jornalista Kiko Nogueira, editor do DCM, avalia que o caso de Michel Temer não vem sendo tratado com transparência pelo Sírio-Libanês; se a evolução é “boa”, se é tudo rotineiro, o que significam exatamente os retornos hospitalares que se estendem há três meses?, questiona
247 – O jornalista Kiko Nogueira, editor do DCM, avalia que o caso de Michel Temer não vem sendo tratado com transparência pelo Sírio-Libanês.
Abaixo, um trecho de sua coluna:
Não é preciso ser especialista para saber que uma sucessão de intervenções cirúrgicas num homem de idade avançada e submetido a uma rotina pesada não é boa notícia.
Se a evolução é “boa”, se é tudo rotineiro, o que significam exatamente os retornos hospitalares que se estendem há três meses?
O Brasil tem um enorme trauma nessa área, que foi o caso de Tancredo Neves.
O que foi anunciado, em 14 de março de 1985, como uma cirurgia de “rápida recuperação” de um apêndice supurado viraria uma diverticulite — e então uma novela de desinformação que culminou na morte de Tancredo no dia 21.
Não se está aqui sugerindo que Michel Temer tenha algo mais ou menos grave. Cabe aos profissionais dizerem isso. A questão é a falta de clareza ao se lidar com um assunto dessa natureza envolvendo um presidente.
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