sábado, 22 de julho de 2023

VEJA OS ALIMENTOS QUE AUMENTAM EM ATÉ 30% O RISCO DE CÂNCER NO INTESTINO, SEGUNDO ESTUDO

 





VEJA OS ALIMENTOS QUE AUMENTAM EM ATÉ 30% O RISCO DE CÂNCER NO INTESTINO, SEGUNDO ESTUDO

 

Saber quais são os tipos de alimentos que aumentam o risco de câncer no intestino é fundamental para a prevenção da doença. Afinal, com o passar do tempo, tumores nessa região do corpo tornaram-se cada vez mais comuns na população brasileira.

 

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer no intestino é o terceiro tipo mais frequente entre os homens. Ele só perde para o câncer de próstata e de pulmão. Além disso, é também o segundo mais incidente nas mulheres, perdendo apenas para o câncer de mama. Sendo assim, a condição abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso (cólon), reto (final do intestino) e ânus.

 

 

Alimentos que aumentam risco de câncer no intestino

 

Um estudo do Imperial College London, no Reino Unido, concluiu que alimentos processados, refeições prontas e pão branco, por exemplo, podem aumentar o risco de desenvolvimento de um câncer em até 30%. Mesmo que a pessoa tenha o peso ideal para o seu biotipo, o estudo alerta que o hábito alimentar aumenta a chance de um tumor cerebral, dentre outros problemas.

 

Aliás, já faz algum tempo que a ciência vem demonstrando como os alimentos ultraprocessados são prejudiciais à saúde. Além de não fornecerem a nutrição adequada, eles podem contribuir para o ganho de peso e causar até mesmo perda de memória. Mas essa pesquisa recente mostrou que os danos vão além.

 

 

Maiores chances de desenvolver câncer

 

O estudo comparou as dietas de pessoas de meia idade com os registros de saúde delas. A cada 10% de aumento nas calorias consumidas de alimentos processados, foi detectado um aumento de 2% no risco de desenvolver câncer. As chances de desenvolver câncer de ovário, por exemplo, cresceram 19% com o consumo dos alimentos ultraprocessados.

 

“O estudo colabora para as crescentes evidências que os alimentos ultraprocessados impactam negativamente a nossa saúde, o que inclui o risco de câncer. Os altos níveis de consumo de adultos e crianças em países ricos têm implicações importantes”, alertam os pesquisadores.

 

Ultraprocessados e o câncer de intestino

 

O que motivou a pesquisa foi a descoberta da ligação entre bebidas com açúcar e o câncer de intestino. Inicialmente, os cientistas descobriram que o consumo exagerado de refrigerantes, sucos industrializados e bebidas esportivas e energéticas dobra o risco de desenvolver a doença antes dos 50 anos.

 

A principal forma de prevenção e diagnóstico é através do exame de colonoscopia. No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda iniciar o rastreio do câncer de cólon e reto da população adulta de risco habitual na faixa etária de 50 anos. Mas, muitos países já reduziram para 45 anos.

 

Créditos: Saúde em Dia https://www.sobral24horas.com/2023/07/veja-os-alimentos-que-aumentam-em-ate.html

 


quinta-feira, 20 de julho de 2023

CGU ENCONTRA DISTORÇÕES CONTÁBEIS DE R$ 202 BI NA GESTÃO DE BOLSONARO

 


Controladoria-Geral da União (CGU) / Reprodução: Agência Brasil   





CGU ENCONTRA DISTORÇÕES CONTÁBEIS DE R$ 202 BI NA GESTÃO DE BOLSONARO

 

 

Conclusões são referentes ao exercício financeiro de 2022

               


Relatórios de auditoria elaborados pela Controladoria-Geral da União (CGU) apontam distorções contábeis de R$ 202 bilhões em cinco ministérios no último ano do governo Jair Bolsonaro.

 

As conclusões estão em relatórios de auditoria financeira e são referentes ao exercício financeiro de 2022. Os documentos foram publicados em abril deste ano, mas só foram noticiados nesta quarta-feira (19).

 

Conforme os relatórios, o Ministério da Agricultura registrou inconsistências de R$ 142,9 bilhões. De acordo com os técnicos da CGU, a maior parte das distorções, no valor de R$ 134 bilhões, está relacionada a falhas contábeis no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), órgão que fazia parte da pasta na gestão de Bolsonaro.

 

As inconsistências envolvem imóveis do Incra e falhas na contabilização dos programas Fundo de Terras, Reforma Agrária e Funcafé.

 

Educação

No Ministério da Educação (MEC), as falhas são de R$ 17,1 bilhões.

 

Os auditores da CGU concluíram que as demonstrações do MEC "não refletem a situação patrimonial, o resultado financeiro e os fluxos de caixa" da pasta.

 

Somente no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), foram registradas distorções de R$ 782 milhões. São valores diferentes reconhecidos contabilmente pela pasta em relação aos valores registrados na Caixa e no Banco do Brasil.

 

O relatório também cita classificação contábil incorreta de pagamentos de bolsas de estudo no exterior ofertadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e prejuízos financeiros, sociais e operacionais decorrentes de obras paradas.

 

Saúde

No Ministério da Saúde, foram identificadas falhas de R$ 15,9 bilhões nos controles internos de pagamento de despesas, na gestão de controle de medicamentos e perda de estoques.

 

Auxílio Brasil

A CGU encontrou distorções de R$ 6,3 bilhões no Ministério da Cidadania. Os relatórios encontraram falhas em controles de pagamento aos beneficiários dos programas Auxílio Brasil e Auxílio Gás. Houve falhas de estornos, benefícios não sacados, além de autorizações de pagamento a famílias que não se enquadraram no perfil para receber o benefício e erros no cálculo de valores a pagar.

 

Aeroportos

No antigo Ministério da Infraestrutura, apareceram falhas de R$ 20,3 bilhões. Entre as inconsistências, os técnicos encontraram distorções de R$ 2,3 bilhões de registros equivocados nas contas de créditos a receber envolvendo concessões de aeroportos.

 

Recomendação

Em todos os casos, após detectar as distorções, a Controladoria-Geral da União recomendou aos ministérios o aprimoramento dos controles internos para correção das distorções identificadas.

 

FONTE: DIÁRIO DE PERNAMBUCO  https://novamais.com/noticias/103024/cgu-encontra-distorcoes-contabeis-de-r-202-bi-na-gestao-de-bolsonaro

 




BANCOS ALERTAM PARA GOLPES NO PROGRAMA DESENROLA BRASIL

 






BANCOS ALERTAM PARA GOLPES NO PROGRAMA DESENROLA BRASIL

 

Renegociar dívidas bancárias é nos bancos, diz Febraban

 

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou alerta para golpes envolvendo o Programa Desenrola Brasil, que entrou em vigor no último dia 17, que tem como principal objetivo reintroduzir pessoas com restrição de crédito na economia, permitindo melhores condições de renegociação de dívidas bancárias.

 

Segundo a entidade, criminosos podem aproveitar o programa para aplicar golpes por meio de links falsos e da engenharia social, que usa técnicas para enganar o usuário para que ele forneça dados confidenciais, além de realizar transações financeiras para o golpista.

 

Nessa primeira fase do programa, as instituições financeiras limpam o nome das pessoas com débitos de até R$ 100. A dívida não é perdoada. Apenas o devedor deixa de ficar com o nome sujo e pode contrair novos empréstimos e fazer operações como fechar contratos de aluguel. Há ainda a possibilidade de renegociação de débitos com bancos por devedores com renda de até R$ 20 mil. O Desenrola só abrange dívidas contraídas até 31 de dezembro do ano passado.

 

“É muito importante que o cliente não clique em links recebidos por aplicativos de mensagens, de redes sociais e patrocinados em sites de busca. Faça você mesmo o contato com o seu banco. Fique atento para que não sejam aceitas propostas de envio de valores com a finalidade de garantir melhores condições de renegociação das dívidas. Reforçamos que somente é possível renegociar as dívidas nos canais oficiais dos bancos”, disse, em nota, Adriano Volpini, diretor do Comitê de Prevenção a Fraudes da Febraban.

 

A Febraban orienta que as pessoas interessadas em renegociar as dívidas dentro do Desenrola Brasil busquem informações apenas dentro dos canais oficiais dos bancos que aderiram ao programa, como nas agências, no internet banking ou em seus aplicativos bancários. Se for negociar no internet banking, a entidade orienta que, para o acesso, o próprio usuário digite o endereço da instituição financeira.

 

Se o cliente desconfiar de alguma proposta ou do valor, ele deve em contato com o banco nos seus canais oficiais. Além disso, somente após a formalização de um contrato de renegociação é que o usuário pode ter os valores debitados da conta, nas datas acordadas. Outro alerta é, em caso de boletos, checar na hora do pagamento se está sendo feito realmente para a instituição financeira com a qual o cliente tem a pendência.

 

A Febraban acrescenta que não envia comunicado para renegociar dívidas no Desenrola. Caso receba qualquer mensagem com o logotipo da entidade ou de bancos, o cliente deve descartá-la e entrar em contato com os canais oficiais da instituição financeira, como agência, internet banking e aplicativo bancário.


Crédito Fonte https://novamais.com/noticias/103037/bancos-alertam-para-golpes-no-programa-desenrola-brasil

 


CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA É TRADUZIDA PELA 1ª VEZ PARA LÍNGUA INDÍGENA

 

    
 Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF  



CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA É TRADUZIDA PELA 1ª VEZ PARA LÍNGUA INDÍGENA

 

Trinta e cinco anos após promulgada, a Constituição brasileira foi traduzida pela primeira vez para uma língua indígena: o nheengatu.

 

                                  

Trinta e cinco anos após promulgada, a Constituição brasileira foi traduzida pela primeira vez para uma língua indígena: o nheengatu. Patrocinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a nova versão da Carta Magna foi lançada nesta quarta-feira (19) no município de São Gabriel da Cachoeira (AM), em uma cerimônia na maloca da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN).  

 

Presente no evento, a presidente do STF, ministra Rosa Weber, diz que a tradução marca um momento histórico. “Traduzir a Constituição para um idioma indígena é um símbolo do nosso compromisso de garantir que todos os povos indígenas tenham acesso à justiça e conhecimento das leis que regem nosso país, fortalecendo sua participação na vida política, social, econômica e jurídica”, explicou.  

 

A Constituição em nheengatu foi feita por um grupo de 15 indígenas bilíngues da região do Alto Rio Negro e Médio Tapajós, em promoção ao marco da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032) das Nações Unidas. O último levantamento de línguas indígenas do Brasil registrou que as 305 etnias brasileiras mantêm vivos 274 idiomas no país, segundo o Censo de 2010.  

 

“ (As línguas) conseguiram sobreviver mesmo diante de sucessivos ataques desde o início do processo de colonização desse território, que já era casa de inúmeros povos indígenas antes de ser chamado de Brasil. Por isso, preservar e valorizar a diversidade linguística brasileira é fundamental para a construção de uma sociedade plural e inclusiva”, destacou a ministra do STF Rosa Weber. 

 

Os indígenas presentes na cerimônia comemoraram a tradução da Constituição. Lucas Marubo, do povo marubo, destacou que a tradução abre um precedente para que outros povos também tenham seus direitos traduzidos. “Momento histórico para os povos indígenas”, destacou. Já a tradutora Inory Kanamari, do povo kanamari, lembrou que é a primeira indígena da sua etnia a exercer a advocacia. “Estamos num país com diversidade imensa e não escuto nossas línguas nos espaços. A gente precisa fazer parte”, concluiu Inory.  

 

Língua-Geral Amazônica  

 

A presidente do STF Rosa Weber disse que a escolha da língua nheengatu se deu devido à importância dela para região amazônica. “Partiu da percepção de que esta língua historicamente permitiu a comunicação entre comunidades de distintos povos espalhados em toda a região amazônica, até a fronteira com o Peru, Colômbia e Venezuela, e chegou, segundo historiadores, a ser prevalente no Brasil, até ser perseguida e proibida”, explicou. 

 

Chamada de Língua Geral Amazônica, o nheengatu é a única língua ainda viva hoje que descende do tupi antigo, tendo traços que a relacionam com o tupi falado na costa brasileira. “Aprendi que o nheengatu é uma língua do tronco do tupi-guarani e legou para a língua brasileira milhares de vocábulos, o nosso sotaque nasal e com prevalência de vogais, que em conjunto com a herança de outros idiomas indígenas e dos idiomas africanos, caracteriza a nossa língua como única e uma das mais ricas do mundo”, concluiu Weber. 

 

Também participaram do lançamento da Constituição em Nheengatu a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e a presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Joenia Wapichana.   

 

FONTE: DIÁRIO DE PERNAMBUCO  https://novamais.com/noticias/103031/constituicao-brasileira-e-traduzida-pela-1-vez-para-lingua-indigena

 


quarta-feira, 19 de julho de 2023

BRASIL - GOVERNO EXCLUI 603,8 MIL MORTOS NA REVISÃO DO CADÚNICO E INCLUI 1,3 MILHÃO DE LARES NO BOLSA FAMILIA

 






BRASIL - GOVERNO EXCLUI 603,8 MIL MORTOS NA REVISÃO DO CADÚNICO E INCLUI 1,3 MILHÃO DE LARES NO BOLSA FAMILIA

 

Também houve 20,5 mil exclusões voluntárias por meio do aplicativo do CadÚnico, ou seja, pessoas que disseram não se enquadrar nas regras e saíram voluntariamente.


O programa vai contemplar 21,2 milhões de famílias neste mês e 9,8 milhões de famílias recebem mais recursos neste mês do que receberam em maio
 

O governo já concluiu 45% da revisão do Cadastro Único para programas sociais, o CadÚnico. Iniciada em março, a revisão da base de dados levou à exclusão de 603,8 mil pessoas com indicativo de óbito há mais de 12 meses e 921,9 mil famílias com cadastro desatualizado há mais de quatro anos. Também houve 20,5 mil exclusões voluntárias por meio do aplicativo do CadÚnico, ou seja, pessoas que disseram não se enquadrar nas regras e saíram voluntariamente.

 

Com 42 milhões de famílias cadastradas (cerca 90 milhões de pessoas), o CadÚnico é um instrumento de coleta de dados e informações feita pelos municípios que busca identificar todas as famílias de baixa renda existentes no País para fins de inclusão em programas de assistência social e redistribuição de renda. Ao Estadão, a Secretária de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único do Ministério do Desenvolvimento Social, Leticia Bartholo, informou que a meta é revisar 60% do cadastro até dezembro.

As ações de busca ativa do governo por pessoas em situação de vulnerabilidade nas cinco regiões do País permitiram a inclusão de 1,3 milhão de famílias no programa Bolsa Família, que conta hoje com 20,8 milhões de lares beneficiados.

 

A busca ativa é um dos principais braços da política de revisão do CadÚnico, para garantir que as pessoas que realmente precisam recebam o benefício de transferência de renda. A busca ativa acontece quando o governo vai atrás de pessoas elegíveis para o programa.

 

No grupo das famílias incorporadas ao Cadastro Único pela busca ativa, 210 mil são de população mais vulnerável ou em situação de risco – entre elas, 41 mil famílias de catadores de material reciclável, 16 mil de indígenas e 12 mil de residentes em quilombos.

A revisão do cadastro começou a ser feita a partir de março pelo Ministério de Desenvolvimento Social após a explosão dos benefícios concedidos a famílias de uma única pessoa (unipessoais) no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Essa situação ocorreu porque famílias começaram a se “dividir” artificialmente para receber mais de um benefício em razão do desenho mal feito, segundo especialistas, do programa Auxílio Brasil, criado no governo Bolsonaro. O resultado dessa fragmentação foi uma deformação dos dados do CadÚnico, que começou a passar por um processo de revisão.

A revisão já permitiu, em quatro meses, a redução de 5,88 milhões para 4,9 milhões de famílias unipessoais, uma queda de quase um milhão de famílias, se aproximando da situação que existia antes da pandemia da covid-19. O cronograma de reavaliação segue até dezembro. Em março, o governo já havia identificado 1,2 milhão de famílias que estavam recebendo o benefício de forma irregular. Essas famílias foram retiradas do programa.

 

 Fonte crédito  https://portalpe10.com.br/noticia/governo-exclui-6038-mil-mortos-na-revisao-do-cadunico-e-inclui-13-milhao-de-lares-no-bolsa-familia/

Em 19/07/2023 às 09:23 | Da Redação com informações de Estadão

Atualizado em 19/07/2023 às 09:27

 


SUPERFUNGO: PERNAMBUCO CONFIRMA TERCEIRA MORTE DE PACIENTE COM CANDIDA AURIS

 





SUPERFUNGO: PERNAMBUCO CONFIRMA TERCEIRA MORTE DE PACIENTE COM CANDIDA AURIS

 

De acordo com a Secretaria de Saúde, paciente estava internado no Hospital do Tricentenário. Ele foi o segundo caso identificado no estado.

 

 

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou nesta quarta-feira (19) a terceira morte de um paciente com o superfungo Candida auris, em 2023, em Pernambuco. De acordo com o governo, o óbito não foi provocado pela doença. Desde maio, 11 pessoas foram diagnosticadas com o fungo.

 

Segundo a SES, o paciente era um homem de 77 anos, que estava internado no Hospital do Tricentenário, em Olinda, no Grande Recife. A morte aconteceu por problemas de saúde que não têm a ver com o superfungo. Ele morreu na terça-feira (18).

 

O idoso foi o segundo paciente diagnosticado com o superfungo, no dia 14 de maio. De acordo com a SES, ele deu entrada na unidade com infecção urinária, sendo internado na enfermaria, e o quadro de saúde foi se agravando durante o período de internamento.

 

A primeira morte de um paciente com Candida auris — um homem de 63 anos — foi confirmada no dia 16 de junho. A segunda, de outro idoso, de 69 anos, foi notificada em 5 de julho.

 

Ao todo, 11 pessoas foram colonizadas pelo superfungo no estado em 2023. Confira, abaixo, a lista dos casos por data do diagnóstico:

 

11 de maio: Homem de 48 anos, internado no Hospital Miguel Arraes;

14 de maio: Idoso de 77 anos, internado no Hospital Tricentenário (morreu);

23 de maio: Idoso de 65 anos, que foi internado no Hospital Português (já recebeu alta);

29 de maio: Idoso de 63 anos, internado no Hospital Miguel Arraes (morreu);

31 de maio: Idosa de 70 anos, internada no Hospital Miguel Arraes (já recebeu alta);

31 de maio: Homem de 51 anos, internado no Hospital do Tricentenário;

1º de junho: Idoso de 69 anos, internado no Hospital do Tricentenário;

5 de junho: Homem de 54 anos, internado no Hospital do Tricentenário;

5 de junho: Homem de 50 anos, internado no Hospital do Tricentenário (já recebeu alta);

4 de julho: Homem de 52 anos, internado no Hospital Miguel Arraes (HMA), que passou pelo Hospital Getúlio Vargas;

11 de julho: Mulher de 37 anos, internada no Hospital da Restauração (já recebeu alta).

 

De acordo com a Secretaria de Saúde, todos os 11 casos confirmados até o momento são de colonização. Isso significa que a pessoa tem o fungo no corpo, mas não foi "infectada".

 

Nesta fase, não há sintomas. Porém, um machucado, uma ferida na pele ou o uso de cateter no hospital pode permitir que ele entre no corpo, atinja a corrente sanguínea e provoque uma infecção.

 

Em casos graves, pode prejudicar órgãos como o coração e o cérebro. Em último caso, podem levar à sepse, uma infecção generalizada capaz de matar.

 

Como se prevenir?

As formas de prevenção são as seguintes:

 

Higiene das mãos;

Uso adequado de materiais de proteção;

Limpeza do local onde estão os pacientes infectados.

Fonte crédito https://novamais.com/noticias/103022/superfungo-pernambuco-confirma-terceira-morte-de-paciente-com-candida-auris