INVERNO - INVERNO PROMETE MUITA CHUVA EM POUCOS DIAS PARA A REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE A CAUSA DO INVERNO ATÍPICO TEM NOME E EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA: LA NIÑA. FORMADO NO OCEANO PACÍFICO, O FENÔMENO É O CONTRAPONTO DE OUTRO BASTANTE CONHECIDO, O EL NIÑO.

O período de transição entre os fenômenos el niño e la niña promete instabilidade e chuvas irregulares para a Região Metropolitana do Recife.
Foto: Sérgio Bernardo
Editoria de Cidades

Velhos fantasmas devem assombrar os pernambucanos durante o inverno que começou oficialmente nesta segunda-feira (20). Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), o período de transição entre os fenômenos el niño e la niña promete instabilidade e chuvas irregulares para a Região Metropolitana do Recife (RMR). Na prática, grandes precipitações devem acontecer em um curto espaço de tempo, colocando sob alerta os já tão castigados moradores de áreas de risco.
Se a previsão é de muita água para a RMR e Zona da Mata, o mesmo não se aplica ao Agreste e ao Sertão. Com o fim do período chuvoso, que terminou em abril, o Sertão pernambucano deve continuar seco. A preocupação maior dos meteorologistas, no entanto, é com o Agreste. “Desde 2011 existe uma defasagem de chuva na região. É esperada uma precipitação anual de 800 milímetros, mas os índices estão abaixo do normal”, explica Roberto Pereira, meteorologista da Apac. 
A causa do inverno atípico tem nome e explicação científica: la niña. Formado no Oceano Pacífico, o fenômeno é o contraponto de outro bastante conhecido, o el niño. “Eles acontecem associados, mais ou menos a cada dez anos. No el niño temos temperaturas mais elevadas do que o normal. O do ano passado foi um dos mais fortes da história. No la niña observamos justamente o contrário”, esclarece Roberto Pereira. 
Isso explica as temperaturas baixas que atingiram o Sul do País antes mesmo do início do inverno. Em terras pernambucanas, que não sofrem influência das massas polares, o que se espera são maiores amplitudes térmicas e dispersão das chuvas até o fim do inverno, em setembro. 
Secretário-executivo da Defesa Civil do Recife, o coronel Cássio Sinomar afirma que a capital está preparada para a quantidade de água que virá. “Trabalhamos com previsões diárias da Apac e temos um total de 2,2 milhões de metros quadrados de lonas colocados nas áreas de risco. Além disso, realizamos cortes de árvores, capinação e a chamada educação porta a porta, quando visitamos as residências e classificamos o risco.” 
O secretário destacou ainda as frentes de ação da Prefeitura do Recife para os períodos chuvosos. “Trabalhamos com a prevenção, preparação, resposta e recuperação. Várias secretarias estão envolvidas nessas ações voltadas para os momentos de caos”, defende.
Para a secretária-executiva de Defesa Civil de Olinda, Kátia Marsol, não existe preparação para o que as chuvas podem causar. “Seria petulância dizer que estamos preparados para o que vier. Ninguém sabe quanta água vai cair. O que existe é prevenção. Nós estamos procurando fazer o melhor possível.”
Kátia Marsol explicou que a prefeitura está investindo em obras de contenção e drenagem, além de ter contratado e capacitado um número maior de profissionais, entre técnicos e engenheiros. 

AGRESTE
Enquanto a quantidade de água preocupa a Região Metropolitana, o Agreste lamenta a falta dela. Das 87 barragens monitoradas pela Apac no Estado, 34 estão em situação de colapso. Dessas, 11 estão localizadas na região.
A barragem de Jucazinho, localizada no município de Surubim, é a maior entre aquelas situadas no Agreste e funciona com apenas 0,57% de sua capacidade. O número de barragens afetadas pode aumentar se a chuva não chegar. 
Mais informações: http://www.apac.pe.gov.br/

INVERNO - INVERNO PROMETE MUITA CHUVA EM POUCOS DIAS PARA A REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE A CAUSA DO INVERNO ATÍPICO TEM NOME E EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA: LA NIÑA. FORMADO NO OCEANO PACÍFICO, O FENÔMENO É O CONTRAPONTO DE OUTRO BASTANTE CONHECIDO, O EL NIÑO. INVERNO - INVERNO PROMETE MUITA CHUVA EM POUCOS DIAS PARA A REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE A CAUSA DO INVERNO ATÍPICO TEM NOME E EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA: LA NIÑA. FORMADO NO OCEANO PACÍFICO, O FENÔMENO É O CONTRAPONTO DE OUTRO BASTANTE CONHECIDO, O EL NIÑO. Reviewed by BLOG Catende No Rastro da Notícia on 22:56:00 Rating: 5

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